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| A Opinião dos Leitores |
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“...o autor apresenta um livro muito bem escrito, com artes de tornar acessíveis aos leigos
as questões técnicas envolvidas, rápido, com trechos até apaixonantes, na bem conseguida
reconstrução do fatídico momento totalmente desprovida de qualquer intenção ficcional.” -
José Pimentel Teixeira, professor da Universidade Eduardo Mondlane
(http://maschamba.weblog.com.pt/privado/mt-tb.cgi/109050)
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“É tempo de dizer a verdade sobre Mbuzini! O livro de João Cabrita, ‘A morte de Samora
Machel’, lançado esta semana em Maputo, proporciona muito útil informação para se tirar
as conclusões sobre o que, realmente, se terá passado na fatídica noite do dia 19 de
Outubro de 1986.” - Editorial do semanário Zambeze (www.zambeze.co.mz)
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“O livro é sem dúvidas uma mais valia. A conclusão do autor uma versão necessariamente
parcial. Mas sem dúvidas, vale a pena ler este livro.” - Nelson Maximiano
(http://maschamba.weblog.com.pt/privado/mt-tb.cgi/109050)
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“Cabrita simplesmente re-edita as alegações de 1986/87 do regime então vigente em
Pretória. [...] É indicativo da baixa qualidade do livro de Cabrita que Carlos
Cardoso e a AIM não sejam citados como fontes - embora sejam, de longe, as fontes
mais importantes devido à sua tese de que o desastre foi provocado pelos militares do
apartheid.” - Paul Fauvet, jornalista britânico ao serviço do governo moçambicano
(in Savana 21 Out 05).
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"Quem outorgou a Fauvet o direito de auto-avaliação de quem são de longe as fontes
mais importantes? Para quem leu os artigos que Fauvet resgata, e os dados contidos
na obra de Cabrita, há-de muito rapi¬damente concluir que ambos - Cardoso e Cabrita
- socor¬reram-se do mesmo relatório da Comissão de Inquérito, não sendo, portanto,
impe¬rativo recorrer ao espólio da Agência de Informação de Moçambique (AIM)." -
Luís Nhachote, jornalista do Savana, 11 Nov 05).
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"Um livro perturbador de João Cabrita que descreve os pormenores do voo que levou
à morte de Samora Machel. Assassinato ou acidente? Eis uma das questões mais
intrigantes da história contemporânea de Moçambique." - André Cristiano José
(http://nkhululeko.blogspot.com)
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"O desastre de Mbuzini não se deu como resultado do sinal emitido pelo VOR - falso ou não -
mas da decisão tomada pelo comandante da aeronave de efectuar a descida sem que para tal
tivesse avistado as luzes da pista de Maputo, de ter continuado a descer abaixo da altitude
mínima permitida e de ter ignorado o sinal de alarme dado pelo GPWS, alertando a tripulação
de que se encontrava a voar a uma altitude perigosamente baixa. Esta é a conclusão expressa
por João M. Cabrita, que acaba de lançar, em Maputo, A Morte de Samora Machel, reacendendo
uma polémica com quase duas décadas." - Armando Rafael (Diário de Notícias www.dn.pt,
6 Nov 05).
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"Os serviços de segurança moçambicanos cometeram diversos erros durante a viagem aérea de
Samora Machel, denuncia um livro publicado em Maputo sobre o desastre que vitimou o
presidente moçambicano, passam hoje 19 anos. João M. Cabrita, autor de 'A morte de Samora
Machel', critica o comportamento do Ministério da Segurança - Snasp, na época dirigido por
Sérgio Vieira." - Luís de Sá, correspondente da Lusa em Maputo, 19 Out 05.
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"Na invenção da História, parece que saiu um novo opúsculo em Maputo com a versão do
apartheid sobre o assassinato de Samora Machel e dos seus colegas. Funda-se na versão do
apartheid e em especulações e camuflagens proporcionadas por elementos ligados no passado
à PIDE e aos serviços rodesianos e sul-africanos. Veja-se, para comprovar, a lista dos
agradecimentos que o autor endereça. Penso que o estado Moçambicano, para que não se
sufoquem os factos, deveria republicar o relatório moçambicano e o soviético assim como os
dados das chamadas caixas negras. Igualmente, deveria publicar a comunicação que o presidente
Chissano fez à II Legislatura da Assembleia da República. Um abraço à verdade quando se trata
de História e não de ficção." - Sérgio Vieira (ex-ministro da segurança, colaborador do
semanário pró-governamental Domingo 4 Dez 05 p 8).
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"Especuladores, de lá e de cá tendem, hoje, ambos os dois, em vender a sua verdade, o
seu dogma, sobre a morte de Samora Machel. Um, faz, em livro, leitura diferentes de
documentos conhecidos publicamente, vai para vinte anos. De investigação, apresenta
nada. Outro, nem isso. Repete, simplesmente, aquilo a chama de investigação. Feita por
outros, Não por si. E, neste repetir o que outros escreveram, fica-se na dúvida sobre o
que se pretende encobrir. Sobre o que se pretende que não seja, jamais, matéria de
investigação. [...] Continuar a tentar atribuir a morte de Samora Machel, unicamente,
ao regime sul-africano da época, é simples e fácil. Mas continua, também, uma forma de
evitar investigar e descobrir a verdade." - Luís David (colaborador do semanário
pró-governamental Domingo 6 Nov 05 p 8).
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"O livro não indica o assassino, e tão pouco seus mentores. Cabrita está a ocultar a verdade
e a vaguear-se, volvidos 19 anos. Meio confuso, temos um inquérito publicado muito a
contra-gosto da comissão do Governo. Talvez seja essa a razão da ambiguidade do autor de não
informar os verdadeiros mentores do crime, por se tratarem de intocáveis e pessoas poderosas
no Governo, ou ainda o facto de recear acabar como Carlos Cardoso." - anónimo (mail@tdm.mz).
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"A Morte de Samora Machel tem o condão de demonstrar, de forma sistemática, não só a falta de
congruência das teorias conspirativas, como a natureza política e emocional dos factos que
promoveram tal aproveitamento do acidente - até como forma de se ocultar o que verdadeiramente
se passou." - Xavier de Figueiredo, analista de política africana, in África Monitor
12 Dez 05 p 19.
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